A Copa do Mundo mexe com a rotina de muita gente. Mesmo quem não acompanha futebol de perto acaba entrando no clima: comenta o jogo, combina onde vai assistir, muda a agenda e acompanha os resultados durante o dia.
E dentro das empresas não é diferente, quando um evento desse tamanho acontece, o RH tem uma oportunidade importante: transformar a Copa em um momento de conexão, pertencimento e engajamento entre os colaboradores.
Mais do que pensar se a empresa vai liberar horário ou não, a pergunta é: como usar esse momento para aproximar o time e fortalecer a experiência do colaborador?
Com a Copa do Mundo 2026 em andamento, esse assunto ganhou ainda mais força nas empresas. O Brasil avançou na competição após vencer o Japão por 2 a 1, em 29 de junho de 2026, e segue movimentando conversas dentro e fora do trabalho.
Por que a Copa pode gerar engajamento nas empresas?
A Copa é um evento coletivo. Ela cria assunto, expectativa e interação entre pessoas de diferentes áreas, cargos e rotinas.
Sendo uma boa oportunidade para o RH criar ações simples, mas com impacto no clima interno.
O engajamento de colaboradores não depende apenas de grandes campanhas ou investimentos altos. Muitas vezes, ele começa em atitudes que mostram que a empresa entende o momento das pessoas.
Um horário mais flexível em dia de jogo, uma comunicação interna mais leve, uma ação temática ou até um espaço para o time acompanhar a partida já podem ajudar a criar uma percepção positiva.
O colaborador sente que a empresa não está olhando apenas para a entrega, mas também para a experiência de quem faz parte do time.
O que o RH pode fazer durante a Copa?
Não existe uma única forma de trabalhar o engajamento durante a Copa. A melhor ação vai depender da cultura da empresa, do perfil dos colaboradores e da rotina de cada área.
Algumas possibilidades são:
- flexibilizar horários em dias de jogos importantes;
- organizar uma transmissão coletiva;
- criar ações internas com bolões, quizzes ou desafios;
- preparar comunicados temáticos;
- envolver lideranças nas ações;
- adaptar a rotina sem perder o alinhamento das entregas;
- oferecer benefícios ou incentivos que façam sentido para o momento.
O mais importante é que a ação tenha um objetivo claro. Não precisa ser algo grande, mas precisa fazer sentido para quem participa.
Quando a empresa cria uma experiência bem pensada, a Copa deixa de ser apenas uma pausa na rotina e passa a ser uma oportunidade de fortalecer vínculos.
Flexibilidade é uma das palavras-chave para o RH na Copa
Em dias de jogos, principalmente quando a seleção brasileira entra em campo, é comum que a rotina mude.
Algumas pessoas querem assistir em casa. Outras preferem acompanhar com colegas. Algumas áreas conseguem flexibilizar horários com facilidade, enquanto outras precisam manter a operação funcionando normalmente.
É aqui que o RH precisa atuar com equilíbrio.
Flexibilidade não significa desorganização. Significa criar combinados claros para que o time consiga participar do momento sem prejudicar a rotina da empresa.
Isso pode envolver banco de horas, escala, trabalho remoto, pausas combinadas ou ajustes pontuais de agenda.
Quando existe comunicação clara, a empresa evita ruídos e mostra que consegue equilibrar produtividade com cuidado.
Grandes eventos também fazem parte da experiência do colaborador
A experiência do colaborador é formada por vários pontos de contato com a empresa.
A forma como a empresa se comunica, organiza a rotina, escuta o time e lida com momentos especiais também influencia essa percepção.
A Copa entra justamente nesse ponto, ela pode revelar se a empresa é mais rígida, mais flexível, mais próxima, mais distante, mais aberta ao diálogo ou mais conectada com o que acontece fora do ambiente corporativo.
Quando uma empresa reconhece que grandes eventos fazem parte da vida das pessoas, ela cria uma relação mais humana com o time. E isso pode refletir no clima, na motivação e no senso de pertencimento.
Engajamento continua sendo um desafio para as empresas
Mesmo com tantas discussões sobre cultura, bem-estar e experiência do colaborador, o engajamento ainda é um desafio global.
Segundo o relatório State of the Global Workplace 2026, da Gallup, apenas 20% dos trabalhadores no mundo estavam engajados em 2025. No Brasil, o índice foi de 32%, acima da média global, mas ainda com espaço para evolução.
Esse dado reforça um ponto importante: engajar pessoas exige consistência.
Ações em datas especiais podem ajudar, mas elas funcionam melhor quando fazem parte de uma cultura que valoriza o colaborador ao longo do ano inteiro.
Ou seja: a Copa pode ser um ótimo gancho, mas o cuidado precisa continuar depois do apito final.
Onde entram os benefícios nessa conversa?
Benefícios também fazem parte da experiência do colaborador.
E, em um momento em que as empresas buscam mais engajamento, flexibilidade e valorização do time, oferecer benefícios que acompanham diferentes necessidades se torna ainda mais importante.
Cada colaborador tem uma rotina. Alguns usam mais benefícios voltados para alimentação. Outros valorizam mobilidade, saúde, bem-estar, compras, cultura ou educação.
Quando a empresa oferece soluções mais flexíveis, ela dá mais autonomia para o colaborador escolher o que faz mais sentido para sua realidade.
E isso também comunica cuidado.
Não é só sobre oferecer um benefício. É sobre oferecer uma experiência mais prática, moderna e alinhada ao dia a dia das pessoas.
Como a Bee Vale ajuda o RH a criar uma experiência mais flexível?
A Bee Vale ajuda empresas a simplificarem a gestão de benefícios e oferecerem mais flexibilidade aos colaboradores.
Com o cartão multibenefícios, o RH consegue centralizar diferentes categorias em uma única solução, facilitando a gestão para a empresa e ampliando a liberdade de escolha para o time.
Isso é importante em diferentes momentos da rotina corporativa, inclusive em ações de engajamento como a Copa.
Quando o RH conta com uma solução mais simples, sobra mais tempo para pensar em estratégias que realmente aproximam a empresa dos colaboradores.
Como planejar ações de engajamento na Copa?
Para aproveitar melhor esse momento, o RH pode seguir alguns passos simples:
1. Entenda o perfil do time
Antes de criar qualquer ação, vale entender se os colaboradores realmente se interessam pelo tema e como preferem participar.
Nem todo mundo acompanha futebol da mesma forma. A ação precisa incluir, não excluir.
2. Crie combinados claros
Se houver flexibilização de horário, transmissão coletiva ou mudança na rotina, deixe tudo bem alinhado com antecedência.
Isso evita dúvidas e ajuda lideranças e equipes a se organizarem melhor.
3. Pense em ações simples
A empresa não precisa criar uma grande campanha para gerar conexão.
Um comunicado leve, uma decoração pontual, uma dinâmica interna ou um momento coletivo já podem funcionar bem.
4. Conecte a ação à cultura da empresa
A Copa deve ser um gancho, não uma ação solta.
O ideal é que a iniciativa converse com os valores da empresa e com a forma como ela quer se relacionar com os colaboradores.
5. Use o momento para reforçar cuidado e pertencimento
Mais do que assistir ao jogo, o objetivo é criar uma experiência positiva.
Quando o colaborador percebe esse cuidado, a relação com a empresa pode se fortalecer.
A Copa passa, mas a experiência fica
A Copa do Mundo é um evento temporário. Mas a forma como a empresa se posiciona durante esse momento pode deixar uma impressão mais duradoura.
Quando o RH aproveita grandes eventos para criar conexão, ele mostra que está atento às pessoas, ao clima interno e à cultura da empresa.
E quando esse cuidado vem acompanhado de benefícios mais flexíveis e uma gestão mais simples, a experiência do colaborador se torna ainda melhor.
Com a Bee Vale, sua empresa conta com soluções pensadas para facilitar a rotina do RH e oferecer mais autonomia para os colaboradores.
FAQ: dúvidas comuns sobre engajamento de colaboradores na Copa
Como o RH pode usar a Copa para engajar colaboradores?
O RH pode usar a Copa para criar ações internas, flexibilizar horários, promover momentos coletivos e fortalecer a comunicação com o time. O objetivo é transformar o evento em uma oportunidade de conexão e pertencimento.
Vale a pena fazer ação de engajamento em dia de jogo?
Sim, desde que a ação faça sentido para a cultura da empresa e para a rotina dos colaboradores. Pequenas iniciativas podem melhorar o clima interno e aproximar equipes.
Toda empresa precisa liberar horário em jogo do Brasil?
Não necessariamente. Cada empresa deve avaliar sua operação, seus horários e suas possibilidades. O mais importante é criar regras claras e comunicar os combinados com antecedência.
Benefícios flexíveis ajudam no engajamento?
Sim. Benefícios flexíveis ajudam porque dão mais autonomia ao colaborador e permitem que ele use seus benefícios de acordo com suas necessidades. Isso melhora a percepção de cuidado e pode contribuir para uma experiência mais positiva.
Como a Bee Vale pode apoiar o RH?
A Bee Vale simplifica a gestão de benefícios e oferece soluções flexíveis para empresas que querem tornar a rotina do RH mais prática e a experiência dos colaboradores mais completa.